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A recente re-instalação do Comitê
Executivo de Comércio Eletrônico foi
muito bem recebida pelo mercado, e mereceu, nas duas reuniões
já realizadas este ano, grande apoio e participação
das principais lideranças empresariais e associativas
do país. Entre elas estão CNI – Confederação
Nacional da Indústria, CNC – Confederação
Nacional do Comércio, ABES – Associação
Brasileira das Empresas de Software, Assespro – Associação
das Empresas Brasileiras de Software, Abranet – Associação
Brasileira dos Provedores de Acesso, Brisa – Sociedade
para o Desenvolvimento da Tecnologia da Informação
e, claro, nossa valorosa Camara-e.net –
Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico,
bem como representantes de vários ministérios
e órgãos governamentais.
Criado, originalmente, em março de
2001, pelos Ministérios do Desenvolvimento, Indústria
e Comércio Exterior, da Ciência e Tecnologia
e do Planejamento, Orçamento e Gestão, sob a
coordenação do primeiro, através de sua
Secretaria de Tecnologia Industrial, o comitê tem a
missão de se tornar a principal interface, do governo
com a sociedade, para a discussão, formulação
e encaminhamento de resoluções, ações
e medidas, principalmente de caráter público,
que promovam o desenvolvimento e a disseminação
do comércio eletrônico como ferramental de produtividade,
competitividade e modernização das relações
comerciais e econômicas no país como um todo.
Na cerimônia de re-instalação,
em 12 de fevereiro último, o Ministro Luiz Fernando
Furlan, em seu discurso, sugeriu, com propriedade, as prioridades
de agenda: aprovação dos marcos legais faltantes,
inclusão digital (com foco na empresarial, voltada
para a micro, pequena e média empresa), padrões
e métricas da Economia Digital, e políticas
públicas, com especial atenção à
Política Industrial, Tecnológica e de Comércio
Exterior, mais conhecida como Nova Política Industrial.
A primeira reunião de trabalho, em
26 de abril, foi, surpreendentemente, muito produtiva. Conduzida
pelo secretário Roberto Jaguaribe e Rogério
Vianna, do Desenvolvimento, teve encaminhamento de propostas
concretas e algumas decisões importantes.
O sucesso do Comitê Executivo de Comércio
Eletrônico, por sua multilateralidade e representatividade,
pode representar o fortalecimento de um canal preferencial
de interlocução com o governo para o desenvolvimento
da Economia Digital no Brasil, bem como de políticas
públicas e regulatórias para o universo das
tecnologias da informação e comunicação
como um todo.
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