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	<title>Camara-e.net - 10 anos</title>
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	<description>Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico - camara-e.net</description>
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		<title>Usuários de tablets são os que mais gastam em sites de comércio eletrônico</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 19:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ticket médio foi 54% maior que o de visitantes que utilizaram smartphones, e 21% maior que o de usuários de desktops/laptop.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa recente realizada pela Adobe para levantar informações chaves sobre marketing digital para executivos de marketing, comércio eletrônico e varejo, revela que durante a temporada de festas e ao longo do ano de 2011, os usuários de tablets gastaram mais em compras online do que as pessoas que visitavam os sites por meio dos seus smartphones ou desktops e laptops tradicionais.</p>
<p>A primeira edição do Adobe Digital Marketing Insights avaliou diferenças em comportamento de compra de acordo com o dispositivo usado por consumidores a partir da análise de 16,2 bilhões de visitas anônimas aos sites de mais de 150 lojas de varejo de todo o mundo.</p>
<p>Em todo o ano de 2011, os usuários de tablets gastaram 54% mais do que os visitantes que utilizaram smartphones, e 21% a mais do que os usuários de desktops/laptop. A probabilidade de comprar produtos e serviços online foi três vezes maior entre os usuários de tablets, quando comparados aos de smartphones, e quase igual, em comparação com os usuários de desktop/laptop.</p>
<p>&#8220;Os resultados desse estudo revelam que os tablets representam um novo e muito importante canal de vendas que os comerciantes precisam servir”, disse Brad Rencher, vice-presidente sênior e gerente geral da Adobe Digital Marketing Business. “É importante otimizar sua estratégia de varejo eletrônico para atingir usuários de tablets em 2012 e evitar o risco de ignorar a um segmento altamente lucrativo que está crescendo rapidamente”.</p>
<p>Segundo a Adobe, a conversão de usuários de tablets é praticamente três vezes maior comparado com usuários de smartphones, e o comerciante que adota uma única estratégia para a para dispositivos móveis e tablets pode perder a oportunidade de aproveitar do poder de compra dos usuários de tablets.</p>
<p>Entre os fatores que contribuem para o desempenho dos usuários de tablet estão os níveis mais altos de renda e também o fato de navegarem mais durante os finais de semana, quando têm mais tempo para fazer compras on-line.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/" target="_blank">IDG Now!</a></p>
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		<title>Veja o passo a passo para vender com sucesso pela internet</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 18:24:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Comprar pela internet já se consolidou como um hábito do brasileiro. De acordo com a e-bit Informação, empresa especializada em informações sobre comércio eletrônico, esse mercado faturou R$ 8,4 bilhões só no primeiro semestre de 2011. O crescimento em relação&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comprar pela internet já se consolidou como um hábito do brasileiro. De acordo com a e-bit Informação, empresa especializada em informações sobre comércio eletrônico, esse mercado faturou R$ 8,4 bilhões só no primeiro semestre de 2011. O crescimento em relação ao mesmo período em 2010 foi de 24%.</p>
<p> O bom momento do e-commerce e as possibilidades que esse segmento oferece estão atraindo novos empreendedores. &#8220;Uma loja na internet não precisa necessariamente ter nascido virtual. Esse empreendedor pode ser um varejista que visa estender sua marca para o comércio online, ou que pode abrir um negócio que seja estritamente web. Cabe lembrar que o comércio virtual pode também se tornar uma loja física&#8221;, afirma Cris Rother, diretora da e-bit.</p>
<p> Como vender online Alguns passos são essenciais para que uma loja dê certo na internet. O primeiro passo &#8211; e o mais importante passo para estabilizar um comércio eletrônico -, é o planejamento. &#8220;Planejar, no caso das micro, pequenas e médias empresas está totalmente relacionado a encontrar um nicho de mercado. O empreendedor não conseguirá competir no quesito preço, porque não tem o mesmo poder de barganha dos grandes portais. Por isso, o planejamento deve começar na escolha do nicho de mercado em que atuará. O sucesso dele depende desse fator&#8221;, diz Gerson Rolim, diretor da camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico).</p>
<p> Sem seguir esses quesitos fundamentais, o novo empreendedor online pode estar fadado ao insucesso.</p>
<p> Para que o planejamento funcione, o empresário precisa pesquisar se de fato aquele produto ou serviço que pretende oferecer tem venda viável através da internet.</p>
<p> O segundo tópico refere-se à hospedagem. O empreendedor deve buscar um site de hospedagem confiável para que o cliente tenha um ambiente de compras seguro. Registrar o domínio do site é o passo seguinte. Rolim aconselha que o empreendedor registre o nome da marca ou serviço. &#8220;Fazendo isso, ele não corre o risco de ter sua marca plagiada&#8221;, explica.</p>
<p> O terceiro tópico da lista é o webmarketing. &#8220;No caso da loja virtual, a vitrine do comércio é marketing voltado para a internet. A loja precisa ter visibilidade em sites de busca como o Google, Yahoo!, Buscapé e Mercado Livre, entre outros&#8221;, diz o executivo.</p>
<p> Além dos quesitos relacionados ao site, o empreendedor deve planejar a logística do negócio. Para garantir a entrega dos produtos comercializado via web, Rolim indica o e-Sedex &#8211; serviço dos Correios especializado em comércio online. Esse meio logístico é mais barato do que as entregas comuns da empresa.</p>
<p>O próximo passo é organizar a forma de pagamento. Para Rolim, o empreendedor precisar ser parceiro das companhias de cartões de crédito e dos ambientes de pagamentos online. Essas parcerias aumentam a credibilidade das lojas virtuais.</p>
<p> O último pilar é implantar uma ferramenta que analisa os riscos de cada transação, como forma de evitar calotes com cartões de crédito clonados.</p>
<p> Rosamundo O portal Rosamundo foi lançado em 2008, depois de um ano de planejamento e pesquisas de mercado. O site é especializado em presentes ¿criativos¿. Claudia Vargas, sócia da Rosamundo, explica que ela e seu parceiro sempre tiveram afinidade com esse tipo de produto. &#8220;Com uma pesquisa nos sites especializados, percebemos que a maioria oferecia artigos muito parecidos. Daí surgiu a ideia. Ficamos cerca de seis meses só na busca de fornecedores desses produtos diferenciados&#8221;, explica.</p>
<p>  Para colocar o negócio no ar, o investimento foi de cerca de R$ 150 mil. O montante foi recuperado em aproximadamente 18 meses. Hoje, a empresa vende entre 2 mil e 2.500 itens por mês. Claudia diz que a loja cresceu 25% em 2011.</p>
<p>A empresária afirma que um dos maiores desafios na abertura do portal foi o item relacionado à programação do site. &#8220;Nós não entendíamos nada sobre sistemas e ficávamos à mercê dos fornecedores. Foi complicado no começo, mas com o tempo ganhamos a experiência necessária também nesse quesito&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.terra.com.br/portal/" target="_blank">Terra</a></p>
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		<title>E-commerce vai crescer mais de 30% nos próximos anos, diz Correios</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 18:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>

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		<description><![CDATA[Cerca de 4 mil clientes do comércio eletrônico possuem contrato para utilizar a logística da estatal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atingindo quase oito mil pontos espalhados em todo o Brasil, a <strong>Empresa de Correios e Telégrafos (ECT)</strong> lidera a logística de distribuição de mercadorias oriundas do comércio eletrônico (<strong>e-commerce</strong>). Em entrevista à <strong>Época NEGÓCIOS</strong>, o vice-presidente de Negócios dos Correios, <strong>José Furian Filho</strong>, deixa claro que essa situação não deve mudar tão cedo.</p>
<p>A empresa atende por volta de 4 mil clientes contratualmente, além daqueles que se utilizam dos serviços básicos da estatal para enviar periodicamente seus produtos. &#8220;A tendência é que o setor continue crescendo&#8221;, disse Furian Filho, que projeta um aumento acima de 30% para os próximos anos. A seguir, trechos da <strong>entrevista</strong>.</p>
<p><strong>Qual a tendência do e-commerce no Brasil?</strong><br />
  A tendência é que o setor continue crescendo. Segundo dados do mercado, o e-commerce brasileiro fechou 2011 com crescimento de cerca de 30% em relação a 2010. Hoje o Brasil é o sétimo país com potencial de vendas no comércio eletrônico, segundo pesquisa T-Index.</p>
<p><strong>Qual tem sido a taxa de crescimento no volume de entregas feitas pelos Correios de produtos oriundos do e-commerce nos últimos três anos e qual a perspectiva para os próximos 3 a 5 anos?</strong><br />
  A taxa média de crescimento anual nos últimos cinco anos foi de 35% e a tendência é a manutenção da taxa de crescimento.</p>
<p><strong>Quantos clientes os Correios possuem na área de e-commerce? Esse número tem crescido?</strong><br />
  Nesse segmento, os Correios possuem cerca de 4 mil clientes com contrato, e esse número vem crescendo . Vale ressaltar que tais contratos proporcionam aos clientes acesso a diversos serviços formatados para o segmento, com preços diferenciados e prazo para pagamento. Porém, muitos outros se utilizam dos serviços de encomenda expressa (Sedex) ou econômica (PAC), disponíveis na nossa rede de atendimento (quase 8 mil em todo Brasil) . Esses pagam à vista.</p>
<p><strong>Tradicionalmente, grandes empresas de e-commerce operam (ou operavam) com os Correios. Isso tem mudado? Essas empresas ainda são responsáveis pelo grande volume de e-encomendas via Correios?</strong><br />
  Não, isto não mudou. As grandes empresas de e-commerce operam com os Correios, tanto que somos líder no segmento. Essas empresas têm relevante participação na carga transportada pelos Correios.</p>
<p><strong>Novas empresas têm tornado-se clientes dos Correios para explorar o e-commerce? Como os Correios têm apoiado o crescimento das pequenas empresas?</strong><br />
  Sim, novas empresas têm adotado os Correios como parceiro nas operações de e-commerce. Por isso, apoiamos as pequenas empresas com os serviços de encomendas e a rede atendimento e vendas mais acessíveis do mercado e também oferecemos ferramentas como o Gerenciador de Postagens dos Correios . Por meio do SIGEP Web , o serviço faz o cálculo de preços e prazos, rastreando objetos e consulta de CEP. Também fomentamos o crescimento das MPEs no e-commerce, patrocinando e participando, desde 2003, do Ciclo de Seminários MPE.Net – Comércio Eletrônico para Micro e Pequena Empresa. A cada ano, o ciclo MPE.Net percorre mais de 20 cidades e atende milhares de empresários em todo País.</p>
<p><strong>Os Correios detectaram alguma redução no volume de pequenas encomendas (como CDs ou livros enviados pelo setor de e-commerce)?</strong><br />
  Os produtos como CDs e livros físicos perderam participação dentre as categorias de produtos mais vendidos na web nos últimos anos, mas a quantidade de encomendas de pequeno volume no e-commerce continua crescendo fortemente.</p>
<p>Fonte: <a href="http://epocanegocios.globo.com/" target="_blank">Época Negócios</a></p>
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		<title>Camara-e.net lança cartilha e selo para orientar consumidores de compras coletivas</title>
		<link>http://www.camara-e.net/2012/02/10/camara-e-net-lanca-cartilha-e-selo-para-orientar-consumidores-de-compras-coletivas-2/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=camara-e-net-lanca-cartilha-e-selo-para-orientar-consumidores-de-compras-coletivas-2</link>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 19:41:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>

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		<description><![CDATA[Além de diferenciar os sites idôneos, os novos instrumentos vão apoiar a compra segura e consciente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo &#8211; </strong>O Comitê de Compras Coletivas da  Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico está lançando a Cartilha e o Selo de  Qualidade em Compras Coletivas. Fruto de uma discussão conjunta com vários  órgãos e setores da sociedade <strong>-</strong> em especial o PROCON <strong>-</strong>,  a cartilha orienta os consumidores sobre os cuidados que devem ser tomados para  realizar com qualidade e segurança a compra de produtos e serviços em sites de  compras coletivas. O Selo será conquistado apenas pelos sites que cumprirem o  Código de Ética e Autorregulamentação da camara-e.net. Inicialmente, a cartilha  e o código estão disponíveis no site da camara-e.net (<a href="http://www.camara-e.net/comprascoletivas)">camara-e.net/comprascoletivas)</a>,  mas, posteriormente, serão divulgados nos respectivos sites de compras  coletivas que fazem parte do Programa de Autorregulação</p>
<p>“A Câmara Brasileira de  Comércio Eletrônico vai estimular os sites que adotam as boas práticas e atuar  com rigor contra os que desrespeitam o consumidor. Apenas aqueles que operam em  conformidade receberão o selo da camara-e.net”, salienta Ludovino Lopes,  presidente da entidade, acrescentando que a ação é uma consequência da  importância do segmento de compras coletivas para a economia digital e para a  sociedade. Ele ressalta o significativo crescimento de vendas do setor, que já  no seu segundo ano de existência (2011), realizou mais de 16 milhões em vendas  de cupons e faturou mais de R$ 1 bilhão, deixando parte significativa desse  rendimento na economia local: “São grandes os benefícios colhidos por pequenas  e médias empresas que, ao se tornarem parceiras dos sites de compra coletiva,  aumentaram muito a sua capacidade de atrair novos consumidores e gerar  empregos”. </p>
<p>Cláudia Woods,  coordenadora do comitê de compras coletivas da camara-e.net, ressalta que a  iniciativa partiu das próprias empresas de compras coletivas reunidas no comitê  da camara-e.net. “No nosso mercado nascente, se alguma empresa tem um  comportamento inadequado, todos sofrem as consequências. É preciso responder  aos desafios do atendimento ao consumidor e indicar os bons procedimentos para  publicação de ofertas”. Claudia reconhece o aumento do número de reclamações,  mas ressalta que elas representam menos de 0,5% de todas as transações  realizadas no universo global das compras coletivas. E acrescenta que esse  aumento pode ser explicado pelo crescimento exponencial de um setor que oferece  oportunidades inéditas a uma vasta gama de consumidores: “Graças aos cupons,  que podem custar até 1/8 do preço normal de mercado, muita gente realizou  sonhos impensáveis, como a primeira viagem ao exterior. O setor materializa  sonhos e abre novas oportunidades para as pequenas e médias empresas em áreas  como turismo, hotelaria, cuidados pessoais e alimentação”.</p>
<p>O Comitê de Compras  Coletivas da camara-e.net aponta algumas regras básicas que devem pautar a  conduta do setor, como postar o CNPJ e o endereço no site e oferecer um serviço  de atendimento ao consumidor adequado ao volume de cupons ofertado. “As regras  devem ser muito claras para o consumidor poder entender”, afirma Claudia Woods. </p>
<p>Entre outras dicas, a  cartilha recomenda ao e-consumidor, antes de efetuar a compra, pesquisar a  idoneidade do site de compra coletiva e do estabelecimento que faz a oferta;  verificar se o site possui o Selo de Qualidade em Compras Coletivas, política  de privacidade e dispositivos de segurança; entrar em contato com  estabelecimento parceiro e verificar se ele possui Serviço de Atendimento ao  Consumidor (SAC); consultar as reclamações nos órgãos de defesa ao consumidor  (IDEC e Procon) e nos sites de reclamações para verificar a conduta da empresa  e dos sites perante tais reclamações, e ficar atento às regras e aos detalhes  da oferta como prazos, horários, frete, custos extras, validade do cupom. Após  a compra, é importante exigir o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor  (CDC) e do Código de Ética e Conduta da Camara-e.net.</p>
<p>Criado em junho de  2011, o Comitê de Compras Coletivas da camara-e.net é composto pelos sites  ClickOn, Peixe Urbano, Groupon, Viajar Barato, Clube do Desconto e Imperdível,  que, juntos, representam 85% do mercado de compras coletivas.</p>
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		<title>Camara-e.net lança cartilha e selo para orientar consumidores de compras coletivas</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 19:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[Além de diferenciar os sites idôneos, os novos instrumentos vão apoiar a compra segura e consciente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>São Paulo &#8211; </strong>O Comitê de Compras Coletivas da  Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico está lançando a Cartilha e o Selo de  Qualidade em Compras Coletivas. Fruto de uma discussão conjunta com vários  órgãos e setores da sociedade <strong>-</strong> em especial o PROCON <strong>-</strong>,  a cartilha orienta os consumidores sobre os cuidados que devem ser tomados para  realizar com qualidade e segurança a compra de produtos e serviços em sites de  compras coletivas. O Selo será conquistado apenas pelos sites que cumprirem o  Código de Ética e Autorregulamentação da camara-e.net. Inicialmente, a cartilha  e o código estão disponíveis no site da camara-e.net (<a href="http://www.camara-e.net/comprascoletivas)">camara-e.net/comprascoletivas)</a>,  mas, posteriormente, serão divulgados nos respectivos sites de compras  coletivas que fazem parte do Programa de Autorregulação</p>
<p>“A Câmara Brasileira de  Comércio Eletrônico vai estimular os sites que adotam as boas práticas e atuar  com rigor contra os que desrespeitam o consumidor. Apenas aqueles que operam em  conformidade receberão o selo da camara-e.net”, salienta Ludovino Lopes,  presidente da entidade, acrescentando que a ação é uma consequência da  importância do segmento de compras coletivas para a economia digital e para a  sociedade. Ele ressalta o significativo crescimento de vendas do setor, que já  no seu segundo ano de existência (2011), realizou mais de 16 milhões em vendas  de cupons e faturou mais de R$ 1 bilhão, deixando parte significativa desse  rendimento na economia local: “São grandes os benefícios colhidos por pequenas  e médias empresas que, ao se tornarem parceiras dos sites de compra coletiva,  aumentaram muito a sua capacidade de atrair novos consumidores e gerar  empregos”. </p>
<p>Cláudia Woods,  coordenadora do comitê de compras coletivas da camara-e.net, ressalta que a  iniciativa partiu das próprias empresas de compras coletivas reunidas no comitê  da camara-e.net. “No nosso mercado nascente, se alguma empresa tem um  comportamento inadequado, todos sofrem as consequências. É preciso responder  aos desafios do atendimento ao consumidor e indicar os bons procedimentos para  publicação de ofertas”. Claudia reconhece o aumento do número de reclamações,  mas ressalta que elas representam menos de 0,5% de todas as transações  realizadas no universo global das compras coletivas. E acrescenta que esse  aumento pode ser explicado pelo crescimento exponencial de um setor que oferece  oportunidades inéditas a uma vasta gama de consumidores: “Graças aos cupons,  que podem custar até 1/8 do preço normal de mercado, muita gente realizou  sonhos impensáveis, como a primeira viagem ao exterior. O setor materializa  sonhos e abre novas oportunidades para as pequenas e médias empresas em áreas  como turismo, hotelaria, cuidados pessoais e alimentação”.</p>
<p>O Comitê de Compras  Coletivas da camara-e.net aponta algumas regras básicas que devem pautar a  conduta do setor, como postar o CNPJ e o endereço no site e oferecer um serviço  de atendimento ao consumidor adequado ao volume de cupons ofertado. “As regras  devem ser muito claras para o consumidor poder entender”, afirma Claudia Woods. </p>
<p>Entre outras dicas, a  cartilha recomenda ao e-consumidor, antes de efetuar a compra, pesquisar a  idoneidade do site de compra coletiva e do estabelecimento que faz a oferta;  verificar se o site possui o Selo de Qualidade em Compras Coletivas, política  de privacidade e dispositivos de segurança; entrar em contato com  estabelecimento parceiro e verificar se ele possui Serviço de Atendimento ao  Consumidor (SAC); consultar as reclamações nos órgãos de defesa ao consumidor  (IDEC e Procon) e nos sites de reclamações para verificar a conduta da empresa  e dos sites perante tais reclamações, e ficar atento às regras e aos detalhes  da oferta como prazos, horários, frete, custos extras, validade do cupom. Após  a compra, é importante exigir o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor  (CDC) e do Código de Ética e Conduta da Camara-e.net.</p>
<p>Criado em junho de  2011, o Comitê de Compras Coletivas da camara-e.net é composto pelos sites  ClickOn, Peixe Urbano, Groupon, Viajar Barato, Clube do Desconto e Imperdível,  que, juntos, representam 85% do mercado de compras coletivas.</p>
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		<title>Consumidor de sites de compra coletiva avalia serviços de parceiros</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 19:33:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Clipping]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Levantamento elaborado com consumidores dos diversos sites que trabalham com compras coletivas, como clickOn, Groupon, Groupalia, Clube do Desconto, SaveMe e Peixe Urbano, mostrou que aqueles que realizam compras nesses portais conseguem diferenciar com clareza o papel do site&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Levantamento elaborado com consumidores dos diversos sites que trabalham com compras coletivas, como clickOn, Groupon, Groupalia, Clube do Desconto, SaveMe e Peixe Urbano, mostrou que aqueles que realizam compras nesses portais conseguem diferenciar com clareza o papel do site do papel do parceiro.</p>
<p>A pesquisa de satisfação realizada pela e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico e que coletou informações diárias de mais de 120 sites de compras coletivas, revelou que as categorias preferidas dos consumidores são “Bares e Casas Noturnas” e “Gastronomia”.</p>
<p>Os consumidores que adquirem esses itens em sites de compras coletivas deram uma nota média de 4,2, em uma escala de 1 a 5. Por outro lado, a categoria que obteve a nota mais baixa foi a de “Produtos”, com uma média de 3 pontos, na mesma escala.</p>
<p>Demanda<br />
  De acordo com a assessoria de imprensa do e-bit, a categoria “Produtos” engloba todos os bens de consumo que não são serviços, ou seja, considera vestiário, eletroeletrônicos e maquiagem. Umas das razões apontadas para a fraca avaliação é que, em muitos casos, os parceiros que oferecem os produtos são pequenos e ainda não estão totalmente preparados para atender grandes volumes de pedidos.</p>
<p>Na prática, os parceiros, que são as empresas que oferecem seus produtos para serem comercializados nos sites de compras coletivas, nem sempre conseguem responder à demanda da internet, que tem uma dinâmica diferente das lojas físicas.</p>
<p>Ainda de acordo com a avaliação dos consumidores, em todas as categorias, a aprovação dos sites de compras coletivas foi superior ao serviço prestado pelo parceiro. Isso quer dizer que os consumidores aprovam os sites de compras coletivas, mas parecem não gostar tanto do serviço oferecido pela empresa que vendeu seu produto por este canal.</p>
<p>“A probabilidade de o consumidor retornar ao site de compras coletivas é 10% maior que a possibilidade de ele voltar a utilizar os serviços do parceiro”, analisou a e-bit. Assim, a categoria que tem menos chances de os consumidores voltarem a comprar diretamente com o parceiro é a de “Produtos”.</p>
<p>O setor de compras coletivas tem hoje quase 9,7 milhões de usuários e fatura cerca de R$ 30 milhões por semana, confirme dados do InfoSaveMe, uma parceria entre o SaveMe e a e-bit.</p>
<p>&#8220;Daqui para frente, o setor deve se estruturar e se profissionalizar cada vez mais, seguindo o fluxo natural de polarização com os grandes players. Os pequenos deverão ser adquiridos ou atuar no long-tail, explorando a segmentação&#8221;, afirma a diretora da e-bit, Cris Rother.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/" target="_blank">InfoMoney</a></p>
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		<title>Comércio eletrônico fatura R$ 1,05 bilhão com saldões de janeiro, diz e-bit</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 19:26:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Durante a primeira quinzena de janeiro, os varejistas online que investiram pesado nas promoções faturaram R$ 1,05 bilhão, segundo a e-bit, empresa especializada em informações do e-commerce. Resultado 32% maior que o alcançado no mesmo período em 2011, quando os&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a primeira quinzena de janeiro, os varejistas online que investiram pesado nas promoções faturaram R$ 1,05 bilhão, segundo a e-bit, empresa especializada em informações do e-commerce. Resultado 32% maior que o alcançado no mesmo período em 2011, quando os ganhos chegaram a R$ 802 milhões.</p>
<p>Os saldões da primeira quinzena de janeiro registraram 2,78 milhões de pedidos realizados pela internet, o que representa um aumento de 35% em relação à mesma época do ano passado, quando o número de pedidos atingiu 2,06 milhões. Já o ticket médio teve queda de 2%, passando de 388 reais para 379 reais.&gt;/p&gt;</p>
<p>“Ainda assim, esse valor [do ticket médio] é maior que a média do ano inteiro de 2011, quando os gastos com as compras online ficaram próximos dos R$ 350”, afirma a diretora da e-bit, Cris Rother.</p>
<p>Outro fato importante durante os saldões de início de ano, segundo a e.bit, foi a queda no índice de atraso nas entregas, de 19% em 2011 para 16%.</p>
<p>As categorias de alto valor agregado continuam sendo preferência e os descontos atraem ainda mais os consumidores. “Eletrodomésticos” foram os itens mais vendidos, “Informática” ocupou a segunda posição, seguida por “Eletrônicos”. Em quarto e quinto lugares ficaram “Casa &amp; Decoração” e “Livros &amp; Assinaturas e Revistas”, respectivamente. As categorias “Saúde, Beleza &amp; Medicamentos”, em sexto lugar, e “Moda &amp; Acessórios”, em oitavo, ganharam participação relevante no período, o que pode ser apontado como uma das razões para a redução no valor do ticket médio.</p>
<p>Fonte: <a href="http://idgnow.uol.com.br/" target="_blank">IDG Now</a></p>
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		<title>Vai comprar em sites de compras coletivas? Veja dicas para compra segura</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 19:00:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Os sites de compras coletivas cada vez mais se tornam opções de compras baratas para os consumidores. Só para se ter uma ideia, segundo dados do site SaveMe, em dezembro do ano passado, este tipo de site&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO &#8211; Os sites de compras coletivas cada vez mais se tornam opções de compras baratas para os consumidores. Só para se ter uma ideia, segundo dados do site SaveMe, em dezembro do ano passado, este tipo de site resultou em R$ 185 milhões de economia aos consumidores com os descontos oferecidos.</p>
<p>Assim, para ajudar os internautas que costumam adquirir produtos em sites de compras coletivas, na última segunda-feira (6), a camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico) lançou uma cartilha com dicas para uma compra mais segura.</p>
<p>Entre as sugestões, a Câmara aconselha ao consumidor que, antes de efetuar uma compra, pesquise a idoneidade do site de compras coletivas e do estabelecimento que faz a oferta, bem como verifique se o site possui o selo de qualidade em compras coletivas, política de privacidade e dispositivos de segurança de dados.</p>
<p>É aconselhável ainda que a pessoa entre em contato com o estabelecimento anunciante antes de comprar o cupom, veja se o site do estabelecimento possui um SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) e consulte as reclamações nos órgãos de defesa do consumidor e em sites especializados.</p>
<p>Oferta No que diz respeito à oferta, a cartilha sugere que o consumidor fique bastante atento às regras, verificando o prazo de validade do cupom, restrições de dias e horários para utilização, localização, produtos e serviços incluídos na promoção, prazo de entrega, frete, custos extras, entre outros.</p>
<p>A publicação diz também que o consumidor deve se programar ao adquirir ofertas de restaurantes e pacotes turísticos. O ideal é que a pessoa reserve uma data antes de comprar o cupom.</p>
<p>Após a compra, exigir a nota fiscal do estabelecimento anunciante no valor total do cupom também é importante.</p>
<p>Por fim, aconselha a Câmara, o consumidor deve sempre exigir o cumprimento do Código de Defesa do Consumidor e do Código de Ética e Autorregulamentação da camara-e.net e evitar comprar ofertar enviadas por e-mail de sites onde não se fez um cadastro e de remetentes desconhecidos.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/" target="_blank">InfoMoney </a></p>
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		<title>Symantec dá dicas de proteção</title>
		<link>http://www.camara-e.net/2012/02/08/symantec-da-dicas-de-protecao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=symantec-da-dicas-de-protecao</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 18:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O Dia da Internet Segura, ou “Safer Internet Day”, foi comemorado nesta terça-feira, 7 de fevereiro. Para celebrar esta data e alertar as empresas, seus colaboradores e internautas em geral sobre as ameaças na web, a Symantec dá dicas úteis&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia da Internet Segura, ou “Safer Internet Day”, foi comemorado nesta terça-feira, 7 de fevereiro. Para celebrar esta data e alertar as empresas, seus colaboradores e internautas em geral sobre as ameaças na web, a Symantec dá dicas úteis para manter as informações corporativas e domésticas longe dos hackers, e sempre em segurança.</p>
<p>O Brasil está na quarta posição mundial em atividades maliciosas apontou o mais recente relatório produzido pela Symantec sobre ameaças na Internet. O crescimento contínuo do mercado de e-commerce e mais pessoas com acesso à internet no país elevou os riscos relacionados a ataques e roubos de informações. </p>
<p> Neste cenário, a Symantec considera essencial às empresas e consumidores manterem as ferramentas de segurança atualizadas e, ainda, os colaboradores informados sobre as políticas de segurança corporativa da organização. </p>
<p><strong>Melhores práticas nas empresas: </strong></p>
<p>  Use o e-mail pessoal e redes sociais com segurança no trabalho: caixas de e-mail pessoal ou posts com links nas redes sociais podem ser ótimas portas entrada de crackers. Por isso, é preciso de atenção e cuidado na hora de acessá-las para não correr riscos;</p>
<p> Delete e-mails de remetentes desconhecidos: Quando receber um e-mail estranho de um contato desconhecido, é importante avisar a área de TI para que eles possam bloquear e analisar o endereço de e-mail e conteúdo;</p>
<p> Use o bom senso: exclua anexos e links duvidosos &#8211; especialmente se forem de fonte não conhecida;</p>
<p> Adote soluções de segurança confiáveis: as atuais soluções de segurança – seja software ou serviço hospedado – fazem mais do que apenas combater vírus;</p>
<p> Mantenha-se atualizado: uma solução de segurança é boa na mesma proporção da frequência com que é atualizada. Novos vírus, worms, Cavalos de Tróia e outros tipos de malware surgem diariamente e variações deles podem escapar de um software de segurança desatualizado;</p>
<p> Envolva os funcionários: oriente os funcionários sobre práticas recomendadas de segurança dos computadores e o que fazer caso eles percam informações;</p>
<p> Cuidado com o uso de smartphones e tablets – a atenção precisa ser redobrada no uso dos dispositivos móveis. Para garantir a proteção dos dados, é essencial que sua área de TI criptografe as informações dos dispositivos &#8211; pessoais e corporativos &#8211; fazendo com que o acesso seja bloqueado;</p>
<p> Faça testes frequentes. Não espere até que seja tarde demais: Principalmente as pequenas e médias empresas precisam começar a mapear um plano de preparação contra desastres. O projeto deve identificar seus recursos essenciais. Testes regulares das ações de recuperação de desastres são valiosos e devem ser feitos sempre;</p>
<p>  Criptografe as informações: A tecnologia de criptografia também deve ser implementada em desktops, laptops e outros dispositivos móveis das pequenas e médias empresas. Desta maneira, as informações confidenciais são protegidas contra o acesso não autorizado, diminuindo os riscos de roubo da propriedade intelectual e de informações confidenciais;</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.executivosfinanceiros.com.br/" target="_blank">Executivos Financeiros</a></p>
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		<item>
		<title>Camara-e.net participa da Campus Party Brasil 2012</title>
		<link>http://www.camara-e.net/2012/02/07/camara-e-net-participa-da-campus-party-brasil-2012/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=camara-e-net-participa-da-campus-party-brasil-2012</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 16:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>

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		<description><![CDATA[A camara-e.net participará do painel de discussão “Compras e Transações Seguras na Internet”, que acontece hoje, 07/02 a partir das 16hs na Campus Party Brasil 2012.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A camara-e.net participará do painel de discussão “Compras e  Transações Seguras na Internet”, que acontece hoje, 07/02 a partir das 16hs na  Campus Party Brasil 2012.</p>
<p> O painel é parte da iniciativa “Dia Mundial da Internet  Segura”, organizado pelo Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes  de Segurança no Brasil (CERT.br) e faz parte das atividades da trilha de  Segurança e Redes da Campus Party Brasil 2012.</p>
<p> O Dia Mundial da Internet Segura (Safer Internet Day – SID*)  é uma iniciativa mundial que visa promover o uso seguro e responsável das  tecnologias de informação e comunicação, especialmente por crianças e jovens, e  é celebrada anualmente no mês de Fevereiro.</p>
<p> A programação do Dia Mundial da Internet Segura na&nbsp;<a href="http://www.campus-party.com.br/2012/index.html">Campus Party 2012</a>&nbsp;será  transmitida ao vivo pelos canais&nbsp;<a href="http://video01.nic.br/internetsegura.html">NIC.br</a> e&nbsp;<a href="http://noticias.uol.com.br/aovivo">UOL</a>, e o público online poderá enviar  perguntas aos palestrantes através do Twitter&nbsp;<a href="https://twitter.com/#!/sid2012cpbr">@sid2012cpbr</a>.</p>
<p>Veja abaixo a programação completa: </p>
<p></p>
<table width="100%" border="1" cellpadding="5" cellspacing="0" bgcolor="#000000"; bordercolor="#000000">
<tr>
<td width="100" align="center" valign="middle" bgcolor="#000000">
<p align="center" style="color: #FFF"><strong>Horários</strong><strong> </strong></p>
</td>
<td align="center" valign="middle" bgcolor="#000000">
<p style="color: #FFF"><strong>&quot;Dia Mundial da Internet Segura&quot;</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" bgcolor="#DDD">
<p><strong>10:30-11:30</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" bgcolor="#DDD">
<p><strong>Abertura: Dia da Internet Segura 2012</strong></p>
<p>• Demi Getschko (CGI.br/NIC.br)<br />
        • Antonio A. Valente Tavares (NIC.br)<br />
        • Juliano Cappi (CETIC.br/NIC.br)<br />
        • Rodrigo Nejm (SaferNet)<br />
    • Adriano Cansian (FDE/Sec. da Educação do Estado    de SP)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" bgcolor="#EEE">
<p><strong>11:45-12:45</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" bgcolor="#EEE">
<p><strong>Palestra: &quot;Comportamento humano e segurança    em redes sociais – Não fique fora desta rede&quot;</strong></p>
<p>• Nelson Novaes Neto (UOL/UOLDiveo)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" bgcolor="#DDD">
<p><strong>13:00-14:30</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" bgcolor="#DDD">
<p><strong>Intervalo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" bgcolor="#EEE">
<p><strong>14:30-15:45</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" bgcolor="#EEE">
<p><strong>Mesa Redonda &#8211; “Conectando Gerações e Descobrindo    o <br />
      Mundo Digital Juntos&#8230; com Segurança”</strong></p>
<p>• Rodrigo Nejm (Safernet)<br />
        • André Lemos (UFBA)<br />
    • Tatiana Weinheber (GVT)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" bgcolor="#DDD">
<p><strong>16:00-17:15</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" bgcolor="#DDD">
<p><strong>Mesa Redonda &#8211; “Compras e Transações Seguras na    Internet”</strong></p>
<p>• Bernardo Lustosa (ClearSale)<br />
        • Gerson Rolim (camara-e.net)<br />
        • Sidney Koto&nbsp; (UOL PagSeguro)<br />
    • Willian Okuhara Caprino (Cielo)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td align="center" valign="top" bgcolor="#EEE">
<p><strong>17:30-18:45</strong></p>
</td>
<td valign="bottom" bgcolor="#EEE">
<p><strong>Mesa Redonda &#8211; “Segurança e Privacidade sob a    Ótica da Legislação Brasileira”</strong></p>
<p>• Danilo Doneda (DPDC/MJ)<br />
        • Omar Kaminski (IBDI)<br />
        • Luiz Costa (MPF)<br />
    • Vitor Hugo D. Freitas (OAB-SP)</p>
</td>
</tr>
</table>
<p> Com informações: <a href="http://internetsegura.br/sid2012/" target="_blank">internetsegura.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
	</channel>
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