Informativo Camara-e.net - 09/dezembro
Você está recebendo a newsletter da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico com informações
semanais relacionadas à Economia Digital no Brasil e no mundo.

Agenda Camara-e.net 2004

A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico prepara-se para 2004 com grande otimismo e responsabilidade frente à missão e aos desafios político-empresariais da entidade. Nosso objetivo é promover a Economia Digital no Brasil, desenvolvendo mercado e gerando negócios para nossos sócios, bem como contribuindo para a conscientização da importância estratégica e infra-estrutural das tecnologias da informação como ferramental de produtividade e competitividade em todos os níveis.

Continuaremos defendendo a necessidade do país formular uma abrangente Política Nacional de Tecnologia da Informação e Comércio Eletrônico, que balizará o uso das TICs no país. Paralelamente, já estamos contribuindo nas discussões quanto à Nova Política Industrial, que norteará o futuro de nossa produção de software e semicondutores no Brasil.

Nesse sentido, nossas ações em 2004 terão como foco:

  • Sócios: Consolidação do quadro associativo, com empresas líderes dos principais setores da economia;
  • Políticas Públicas e Regulatórias: ampliação da interlocução e monitoramento junto ao Poder Público;
  • Conhecimento de Vanguarda: fortalecimento dos Comitês Especiais nas áreas de Varejo, e-Gov, Seguros, Exportações, Shoppings, Setor Automotivo, Negócios Eletrôncios, Broadband, Wi-FI, m-Commerce e t-Commerce;
  • Negócios e Missões Comerciais: geração de oportunidades de negócios para nossos sócios nos planos nacional e internacional;
  • Relações Internacionais: participação propositiva e intercâmbio junto aos principais fóruns e organismos internacionais;
  • Inclusão Empresarial: com foco na micro, pequena e média empresa;
  • Métricas: padronização e consolidação dos critérios métricos de mercado;
  • Documento Eletrônico: aprovação de legislação e definição de padrões;
  • Segurança, Privacidade e Defesa do Consumidor: definição de melhores práticas, processos de auto-regulação e legislação contra SPAM e fraudes eletrônicas.

Em 2004 participe da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, e influencie o presente e o futuro do comércio eletrônico no Brasil.


Assista palestra da MONY sobre planejamento financeiro individual!
Camara-e.net representa o setor privado brasileiro na CMSI.
Participe da 3ª edição da pesquisa Perfil da Empresa Digital!
Camara-e.net é destaque no International Trade Forum (UNCTAD/OMC).


Entrevistamos nesta edição a Dra. Vanda Scartezini, Assessora Especial da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo.

Quais as principais iniciativas da Secretaria de Ciência e Tecnologia pelo desenvolvimento das Tecnologias da Informação no Estado de São Paulo?

O governo de SP tem diretrizes que podem ser traduzidas em objetivos estratégicos. Dentre estas diretrizes, o Governo Empreendedor, com ações voltadas ao desenvolvimento sustentado e à geração de emprego e renda, é o mais presente em nossa Secretaria. Aplicado ao setor de TICs, o Governo Empreendedor atua:

- Na promoção da produção e do uso da tecnologia digital na melhoria dos processos e na disseminação do conhecimento visando melhor competitividade dos setores da economia e portanto sua sustentabilidade;

- Na atualização constante da formação de RH nestas tecnologias, visando sua empregabilidade e equiparação em qualidade e produtividade aos cidadãos dos paises desenvolvidos;

- Na oferta de acesso gratuito com conteúdo dirigido e de interesse da sociedade, em todas as regiões do Estado;

- No desenvolvimento de soluções de e-gov, em parceria com o setor privado, melhorando qualidade de vida e tornando a gestão da coisa pública controlável pela sociedade.

Em cada uma destas vertentes estamos trabalhando tanto diretamente, como em conjunto com outras Secretarias, como é o caso das questões que abraçam o Governo Eletrônico.

No combate à exclusão digital, como a Secretaria atua?

Trabalhamos muito a questão, fundamentalmente dentre os mais jovens. A idéia é usar o ferramental tecnológico, a inclusão digital, a serviço da inclusão social do jovem, muito mais ampla a nosso ver.

Existem algumas ações neste sentido, onde podemos destacar o ensino de tecnologias da informação mais sofisticadas em escolas técnicas públicas de segundo grau e a parceria com o Acessa São Paulo (http://www.acessasaopaulo.sp.gov.br), criando oportunidade de disseminar conhecimento digital, ou ainda no trabalho do site cidades da USP que envolve ONGs para o uso crescente de ambientes digitais.

Qual a relevância do setor de TI para o desenvolvimento do país?

Duas facetas desta importância:

- A financeira: como exemplo, o processamento tradicional de IPVA custava aos cofres públicos R$ 21,38, enquanto o eletrônico custa R$ 0,66. A economia anual do Estado de SP é de R$442.890.000. Um país desenvolvido no setor não apenas contém custos aplicando TICs, mas exporta tecnologia e produz receitas.

- A filosófica: a maior importância das TICs está no fato de somente ela poder preparar um País e sua gente para uma completa apropriação da sociedade do conhecimento.

O que falta para a construção de uma política consistente de fomento às TICs no Brasil?

Alguns pontos fundamentais que passo a enumerar:

1) Financiamento ao comprador de software. Precisamos de um Finame para software como temos em hardware.

2) É preciso encontrar também uma solução para o financiamento das exportações, e identificarmos todas as condições reais de barreiras que encontramos em outros países, para melhor negociarmos.

3) O setor de software está muito pulverizado em instituições que dizem representar o setor, mas não temos uma instituição de peso que de fato o represente. Isso diminui a força do setor no mercado interno e externo.

4) Precisamos uma política de compras governamentais que privilegie a PME de software e serviços associados. Trata-se de uma solução adotada pelo Governo dos EUA para proteger suas empresas crescentes.

5) É preciso que o setor tenha maior participação nas negociações internacionais.

6) Regras sempre claras de taxação. O aumento do Cofins,agora, por exemplo, é um tiro no pé de qualquer política de software ou programa para atrair investidores e parceiros neste jogo.




10/dezembro
Planejamento financeiro individual

31/outubro a 12/dezembro
Curso de Extensão - Segurança da Informação

11 a 14/janeiro
NRF 2004

11/fevereiro
Indicadores de Desempenho de Fornecedores para Área de Compras e Suprimentos

17 e 18/março
Maximize as Vantagens na Utilização de Portais Corporativos

18 a 24/março
CeBIT 2004

10 a 13/maio
11º Congresso e Exposição Internacional de Automação




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