Informativo Camara-e.net - 04/maio
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semanais relacionadas à Economia Digital no Brasil e no mundo.


Automóveis On-Line

Na próxima terça-feira, 11 de maio, o mercado automotivo brasileiro será brindado com um seminário de vanguarda, com informações exclusivas sobre O Comportamento do Consumidor de Automóveis no Brasil.

O evento é resultado de um parceria histórica entre nossa entidade e WebMotors, ABN-AMRO Aymoré Financiamentos e Ibope//NetRatings, com apoio da AMI e B2B Magazine.

Na ocasião, será divulgada pesquisa inédita e exclusiva, realizada por Ibope//NetRatings, sobre o crescente papel da Internet na formação da decisão de compra de automóveis no país.

Vale lembrarmos que, desde 2002, Camara-e.net divulga mensalmente o índice VOL-Autos, retratando a evolução dos negócios on-line do setor.

Trata-se de um seminário fechado, apenas para convidados, executivos de montadoras, concessionárias, fabricantes de auto-peças e agências de publicidade, bem como para formadores de opinião da Economia Digital no Brasil. Porém, em caso de interesse, por favor, escreva para eventos@camara-e.net, mencionando seu nome, telefone para contato, empresa e cargo, que, havendo disponibilidade, lhe enviaremos um convite.



Reunião do Comitê de Negócios Eletrônicos terá participação do Deputado Federal Julio Semeghini.
Confira os novos Projetos de Lei apresentados.
Participe do I Seminário de Direito Digital e Computer Forensics.
FMI divulga World Economic Outlook 2004.
Particpe da XX Feira Inforuso Sucesu (01 a 06/junho, Belo Horizonte).
Formação do Colégio Eleitoral do Comitê Gestor da Internet no Brasil.
e-bit e Camara-e.net divulgam números de e-commerce B2C.
ISSA promove evento sobre gestão da segurança da informação.
Procomex organiza importante evento sobre modernização aduaneira (11/maio).



Entrevistamos Roberto Rooney Zabeo, Presidente da Interchange.

O que muda na relação entre empresas e fornecedores no pós-revolução das Tecnologias da Informação e Comunicações?

Acredito que os anos que marcaram o final do século passado e o início deste não podem ser chamados de revolucionários para o uso das Tecnologias da Informação e Comunicações nos negócios; não podem porque não o foram. O que aconteceu é que a mídia em geral, e a especializada em particular, exponenciaram a propagação do conhecimento de que existiam tecnologias que, dadas certas condições, poderiam modificar substancialmente – para melhor - a forma como as empresas fariam negócios, o que acorreu minimamente, de forma pontual, excepcional e raramente replicável. As promessas da nova Corrida do Ouro enriqueceram alguns poucos e provocaram uma enorme frustração naqueles que apostaram na imediata implantação da Nova Economia, como foi chamada. Isso provocou uma reação exageradamente negativa sobre o que, na realidade, pode-se esperar dessas tecnologias.

Obviamente, qualquer tecnologia para ser considerada revolucionária deve possuir as condições necessárias e suficientes para transformar o objeto na qual é aplicada de forma radical, e quase substitutiva do estado anterior. Não foi o que se viu no período a que nos referimos, porque as Tecnologias da Informação e Comunicações nos negócios são meios de criação de valor – quando esse valor é claramente identificado e distribuído - para as empresas e não um fim em sí próprias.

A criação de modelos de negócios eletrônicos implica na disponibilidade de máquinas, programas, pessoas e processos, com propósitos e usos compatíveis. As ferramentas existentes há mais de uma década, especialmente as relativas às máquinas e programas, podem ser considerados suficientemente capazes de criar maior valor e relações entre empresas; no entanto a dificuldade de alterar a forma habitual de fazer negócios, ou seja a dificuldade de mudança nos modelos tradicionais, tem retardado o uso mais eficaz das Tecnologias da Informação e Comunicações.

Esse enorme preâmbulo à resposta dessa pergunta, tem o propósito de sublinhar que o que mudou nas relações entre empresas e fornecedores foi muito pouco à luz do potencial de ganho que se poderia auferir se as das Tecnologias da Informação e Comunicações fossem colocadas na agenda estratégica para alavancar processos inovadores de compra e de venda, estocagem e distribuição. Da mesma forma que essas tecnologias sustentam e suportam a evolução dos negócios bancários – ou das transações financeiras -, poderiam produzir efeitos extraordinários nas cadeias produtivas de muitas indústrias tradicionais, sem serem consideradas e nem serem necessariamente revolucionárias.

Fale com mais detalhes como funciona, hoje, o processo de troca de informações entre duas empresas modernas.

Os custos e disponibilidade de máquinas e softwares têm-se reduzido notavelmente, o uso da Internet permite que grandes empresas consigam “falar” com parceiros de pequeno porte, as tecnologias tradicionais de comunicação e transferência de dados entre empresas, tal como o EDI, estão maduras o suficiente para serem absorvidas pelas empresas de forma pouco complexa. Empresas modernas usam dessas possibilidades, de forma intensiva para ampliar e “suavizar” suas relações com clientes e fornecedores.

Os meios estão dados, cabe-nos questionar se as empresas estão preparadas e conscientes da necessidade de mudar processos (e comportamentos) para se beneficiarem dessas oportunidades. A redução dos custos por transação é o primeiro objetivo a ser alcançado, – compartilhamento dos esforços para diminuição dos erros, melhoria do faturamento e da liquidação financeira podem ser facilmente medidos e alcançáveis. Segue-se então a busca por eficácia de compra e venda, garantidas por relações estáveis com clientes e fornecedores nas quais as condições de preço, qualidade e entrega são garantidas e controladas por meios eletrônicos compartilhados e confiáveis. Isso e apenas isso, sem avançar em soluções existentes mas de aplicação mais complexa, garante avanços grandes na capacidade de algumas cadeias produtivas criarem valor, e o compartilharem.

Como ficam os pequenos neste processo?

Esse passos iniciais são disponíveis para empresas de qualquer porte, mas especialmente abre grandes perspectivas para que pequenas e médias empresas participem dessas iniciativas.

O passo seguinte, mas ainda distante da enorme maioria das empresas, é o de usar as Tecnologias da Informação e Comunicações como fator de inovação para a melhoria de competitividade de todo um grupo de parceiros conectados; isso é possível a partir do compartilhamento de informações destinadas ao desenvolvimento e melhoria do desenho de produtos e no desenvolvimento de processos comuns, demandando grande interação e coordenação de toda uma cadeia produtiva só possível através de meios eletrônicos, processos e pessoas perfeitamente conectados e alinhados.

O que é preciso para que essas facilidades sejam aplicadas a governos e empresas governamentais, na desburocratização da máquina estatal?

O governo, com todas as suas ramificações, é um enorme potencial usuário e beneficiário das possibilidades de ganhos de eficiência e eficácia propostos pelas Tecnologias da Informação e Comunicações. Transparência, evidência, velocidade, conformidade e relevância são partes essenciais da oferta que o governo faz à sociedade, e todas elas – em maior ou menor grau dependendo da destinação - estão presentes na aplicação possível dessas tecnologias no serviço público. A partir disso, claro está que, para ocorrer deverá existir clareza de propósito e firme intenção, nada mais...

 



04 a 08/maio
ITU TELECOM Africa 2004

10 a 13/maio
11º Congresso e Exposição Internacional de Automação

10/maio
A Consolidação das Novas Tecnologias Automotivas

10 a 14/maio
inet'04

17 a 21/maio
Entrepreneurial Management for Latin American IT Companies

05 e 18/maio
3º Fórum Nacional IBRC

18 e 19/maio
III Command Center Meeting

24 a 26/maio
The 10th GCC e-Government & Telecom Forum

25 à 27/maio
Sterling Commerce Global Customer Conference 2004

26/maio
Acrobat Conference 2004

27/maio
O Novo Cenário do Desenvolvimento de Software no Brasil

26 a 28/maio
1º Seminário Internacional Arranjos Produtivos Locais

03/junho
Antispam Forum (Buenos Aires)

01 a 06/junho
INFORUSO SUCESU 2004

08 a 10/junho
Fórum Empresarial "RÚSSIA – AMÉRICA LATINA"

09 a 11/junho
Iberoamerican Digital Cities Conference

15 a 18/junho
CommunicAsia2004

14 a 18/junho
URBIS 2004 - Feira e Congresso Internacional de Cidades

22 a 24/junho
X Congresso de Informática Pública - CONIP 2004

23 a 25/junho
CATI 2004 - Congresso Anual de Tecnologia da Informação

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