| |

Associe-se à Camara-e.net!
A Camara-e.net representa 170 empresas líderes
dos principais setores da economia. Nossa atuação
esta focada na identificação, discussão,
formulação, proposição, difusão,
defesa e realização de ações
sobre políticas públicas, regulatórias
e de mercado, além de proporcionar uma arena interativa
de negócios para nossos sócios.
Conheça algumas de nossas iniciativas:
- Aprovação de Legislação Necessária:
vide nossa Carta
à Frente Parlamentar de Informática
e nossos posicionamentos sobre a Reforma
do Judiciário;
- PMEs: durante 2004, promovemos diversas
ações para a Inclusão
Empresarial, tais como o Ciclo de Seminários
"Comércio
Eletrônico para a Micro, Pequena e Média Empresa",
e o Fórum
Latino-Americano de Negócios Eletrônicos,
onde foram debatidas as principais estratégias para
incentivar pequenas e médias empresas a competir
no mercado internacional, ambos em parceria com os Correios
e Sebrae;
- e-PMEs: completaremos nosso quadro associativo
e representativo com a adesão do pequeno varejo on-line,
em condições especiais. Mais informações
entre em contato com info@camara-e.net;
Nosso próximo passo é a criação
do Comitê Especial da e-MPME, cujo
objetivo será agregar ao quadro associativo da Camara-e.net
as micro, pequenas e médias empresas que já
contam com operações de varejo on-line, um
universo estimado em mais de 3,5 mil potenciais associados.
- Série E-Dicas: Previsto para 2005
lançamento de mais dois livros da série: "O
Direito na Sociedade da Informação" (inicio
de 2005) e outro que versará sobre a inclusão
digital das MPMEs (2º semestre);
- Seguros: em parceria com as principais
entidades
do setor, a exemplo de outros
verticais, estamos desenvolvendo projetos de
certificação digital, digitalização
de processos e inclusão do corretor;
- Movimento Internet Segura: geração
e difusão de conhecimento e informações
para a conscientização e inibição
de ações anti-éticas e ilegais, que
ponham em risco nosso ecossistema
digital. Contamos com o apoio e a participação
de algumas das principais empresas da Economia Digital no
Brasil;
- Métricas: em parceria com sócios,
trabalhamos na formatação de índices
(VOL,
B2Bol,
ebit,
Insider
Information, Mercado Imobiliário
na Internet) e critérios métricos,
no âmbito do Comitê
Executivo de Comércio Eletrônico;
- Internacional: daremos continuidade ao
trabalho de interlocução com os principais
organismos internacionais, tais como o ITC
que, em parceria com a Camara-e.net, promoveu
o Fórum Latino-Amerciano de Negócios Eletrônicos,
e o ICC,
UN
ICT Task Force, dentre outros, tendo como foco
a segunda etapa da Cúpula
Mundial da Sociedade da Informação.
Participe da Câmara Brasileira de Comércio
Eletrônico. Influencie o presente e o futuro
da Economia Digital no Brasil!
Abriremos condições especiais para novos associados.
Para obter mais informações escreva para info@camara-e.net.

Acesse o site Camara-e.net Móvel:
WAP: www.camara-e.net/wap
PDA: www.camara-e.net/pda
|

Nesta semana, nosso entrevistado é Wolney
Martins, gerente da unidade de TI do Sebrae.
Como avaliar a importância da participação
da MPME na economia de um país?
Existem diversos fatores que podem fundamentar o entendimento
da importância da MPME, mas há um muito especial
relacionado com a geração de empregos. As
MPMEs, em termos mundiais, representam, atualmente, a maior
força para a geração de empregos, com
estimativas médias de responderem por cerca de 60%
dos empregos de um pais específico. No caso brasileiro,
abordando especificamente as micro e pequenas empresas,
a importância na geração de empregos
é mais destacada ainda, considerando-se os empreendimentos
individuais e de caráter familiar.
Quais incentivos vêm sendo realizados, no
âmbito público e privado, para que esta participação
se torne cada vez mais importante?
De forma geral, todas as atividades desenvolvidas pelo SEBRAE
são dedicadas ao fortalecimento das micro e pequenas
empresas e ao desenvolvimento da cultura empreendedora.
De forma especial, o SEBRAE tem orientado sua atuação
para atividades que levam em conta a força dos arranjos
produtivos, de caráter local - considerando a proximidade
geográfica - e de caráter setorial - considerando
a integração em termos dos ramos de atuação,
sem perder de vista a atuação no nível
individual dos empreendimentos. Uma MPE bem posicionada
no âmbito de um arranjo produtivo, local ou setorial,
é, certamente, um empreendimento muito mais saudável
e sustentável. É de se ver, também,
no nível da administração pública
federal, estadual e municipal, que há esforços
no sentido de simplificação das exigências
legais, que representam apoio direto e indireto para o sucesso
das MPEs.
Qual é a sua avaliação do debate
realizado durante os três dias do Fórum Latino-Americano
de Negócios Eletrônicos?
Os debates foram muito positivos, com diversidade de experiências
e de realidades, em vista de contar com pessoas de muitos
países. Não foram apresentadas questões
que colocassem em dúvida a utilidade e aplicabilidade
das tecnologias de informação e comunicação
(TICs) para as MPEs. Contudo, existem indícios significativos
- como é o caso de uma pesquisa publicada pelo SEBRAE/SP
em 2003 - de que as MPEs não conseguem perceber formas
concretas de utilizar as TICs para atender as necessidades
do empreendimento e para o sucesso do mesmo. Creio que os
debates foram muito importantes ao apontar questões
como esta e possibilitar o compartilhamento de conhecimentos
e experiências que ajudam na construção
de respostas satisfatórias e adequadas a cada realidade.
Mostrar casos concretos de utilidade das TICs é certamente
muito mais produtivo do que ficar falando em tese das potencialidades
das TICs para as MPEs. Complementarmente - mas também
muito importante - são as questões relacionadas
com o acesso das MPEs às TICs, que, no caso dos países
em desenvolvimento, ainda encontra um forte dificultador
nos preços das soluções tecnológicas
ofertadas. A conjugação da não percepção
da utilidade e dos preços elevados é especialmente
perversa, porque leva as MPEs a adiem a incorporação
das TICs, que podem levar a melhores práticas de
gestão, melhor presença no mercado, melhores
compras e relacionamento com fornecedores, redução
de custos, enfim, levar a melhores condições
de sucesso para as MPEs.
Que resultados e benefícios o Fórum
poderá efetivamente trazer para o desenvolvimento
da MPMEs no Brasil e em toda a América Latina?
O compartilhamento de experiências é indispensável
para uma área que ainda está em construção.
Não há uma receita pronta e aplicável
para todas as situações. Veja o caso do acesso
aos clientes e fornecedores. As TICs podem auxiliar profundamente
os empreendimentos, com redução da dedicação
de tempo do empresário às atividades de gestão
e controle e maior dedicação à efetiva
realização dos negócios. Este tipo
de experiência - e não apenas dos casos de
sucesso -, resultante de situações concretas,
somente pode ser propiciado por eventos como o Fórum
Latino-Americano de Negócios Eletrônicos, realizado
neste mês.
Analise a parceria entre a Camara-e.net e o Sebrae,
para próximos eventos e projetos no ano que vem?
O comércio eletrônico, mesmo ainda estando
em construção, é uma realidade útil
e aplicável às MPEs. O acesso ao mercado e
a operação das complexas cadeias de fornecimento
podem ser apoiadas de forma muito positiva pelo comércio
eletrônico. Em vista disto, considerando a especialidade
de atuação da Camara.e-net
e as finalidades do SEBRAE, é fácil
perceber o potencial dos trabalhos conjuntos e os promissores
resultados que podem decorrer desta colaboração.
Veja-se que as metas do SEBRAE quanto à
aplicação das TICs para as MPEs vão
além do comércio eletrônico, mas sem
deixar de considerar a importância da abordagem sistêmica
e integrada das ações e focalizando a percepção
clara da utilidade e o atendimento das condições
básicas para acesso às tecnologias.
|
|
|
|