 |
Eventos e Parcerias
Gostaríamos de destacar três ações que, nesta semana, marcam o trabalho da Camara-e.net em várias frentes:
- Firmamos convênio de cooperação institucional com o SINFOR – Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal, com o objetivo de fomentar o desenvolvimento dos negócios eletrônicos no âmbito em Brasília e região, bem como junto às instâncias federais, inclusive através da constituição de um núcleo local da Camara-e.net voltado para esses fins.
- A convite do Consulado da Índia em São Paulo, estamos organizando delegação de associados da Camara-e.net para participação na feira e congresso INDIASOFT 2006 (21-22/março, Chennai - Índia), organizado pelo Electronics and Computer Software Export Promotion Council (ESC), e patrocinado pelos Ministérios do Comércio e Indústria e das Comunicações e Tecnologia da Informação do Governo da Índia, este ano com foco em questões e negócios relativos a software embarcado, e-governança, serviços de software e IT enabled services.
- De 13 a 17 de fevereiro, recepcionaremos, em São Paulo e Brasília, representantes do WCIT 2006 – World Congress on Information Technology (01-05/maio, Austin - Texas/EUA), principal fórum da WITSA - World Information Technology and Services Alliance, e maior e mais importante congresso global sobre as tecnologias da informação e os negócios eletrônicos, quando realizaremos reuniões com sócios da entidade e associações do setor para promover a expansão da participação brasileira nos seminários e rodas de negócios do evento.
Mais informações sobre estas e outras ações da Camara-e.net podem ser obtidas pelo e-mail info@camara-e.net
|
|
|
 |
|
 |
Entrevistamos, esta semana, Carolina Aranha, Gerente de Segurança da Microsoft para a América Latina e Coordenadora do Movimento Internet Segura - MIS da Camara-e.net.
1) Qual é a importância da segurança para o desenvolvimento dos negócios eletrônicos?
O usuário só realiza transação eletrônica quando se sente seguro para tal. É uma análise de risco que cada um realiza, avaliando se vale a pena se expor pela facilidade das transações on-line. A realidade do mercado brasileiro é que parte dos internautas ainda não sente que essa equação é vantajosa. O que vale a pena ressaltar é que o usuário consegue reduzir substancialmente essa exposição para que essa equação “feche” e possamos aí multiplicar os negócios eletrônicos no país.
2) Como vê a questão na atualidade?
O mercado brasileiro tem condições que fomentam um cenário interessante para os crimes cibernéticos: bons profissionais de tecnologia que se tornam hackers engenhosos e criativos, um volume de transações financeiras on-line invejável e um sistema que não favorece a punição de criminosos. A parte positiva é que vemos internautas se protegendo de maneira eficaz com poucos recursos e aproveitando todas as vantagens que a Internet proporciona.
3) O que deve ser feito para minimizarmos os riscos nos negócios eletrônicos?
As grandes instituições e líderes responsáveis da indústria estão mobilizados na educação de seus clientes. Hoje todos os sites de bancos disponibilizam cursos, cartilhas, dicas e truques para a proteção nas transações on-line. O mesmo acontece com fornecedores de tecnologia, que disponibilizam inclusive direitos sobre filmes didáticos, palestras de conscientização e academias de segurança gratuitas. Essas instituições sabem o poder que a educação tem para evitar as ameaças no mundo cibernético, principalmente usando dicas simples como o uso de um antivírus atualizado, um firewal e atualização automática do sistema operacional.
4) Qual a contribuição que o Movimento Internet Segura – MIS - pode dar a essas questões?
Como sabemos o poder que a educação tem para evitar essas ameaças, entendemos que o MIS tem um papel que pode ser extremamente efetivo provendo informações e orientação para os usuários sobre a navegação segura.
O MIS seria uma fonte isenta e confiável de informações, formado por líderes responsáveis e comprometidos com a utilização segura da Internet, fomentando negócios, facilitando a vida e protegendo os internautas.
Por incrível que pareça os usuários continuam cometendo falhas básicas como abrir anexos executáveis de fontes não confiáveis, ou fornecendo conta corrente e senha de bancos através de e-mails suspeitos. E nesse sentido temos um espaço enorme para trabalhar.
5) O que pretende fazer como coordenadora do MIS?
Entendo que o MIS está no caminho certo, e com diretrizes de atuação bem claras. Acredito que ainda exista espaço para trabalharmos novas parcerias com instituições representativas no mercado para ampliar a voz deste Movimento e instituir processos que garantam uma melhor comunicação entre players de mercado, para ações mais efetivas contra criminosos.
6) O que a Microsoft tem feito nessa direção?
A Microsoft no Brasil já realizou mais de 110 mil treinamentos de segurança nos últimos dois anos, lançou a Academia de Segurança que oferece treinamento de 50 horas on-line e presencial em segurança da informação, e mais de 70 mil pessoas recebem mensalmente informações importantes sobre segurança. Tudo de forma gratuita. O interessante é que os clientes e parceiros reconheceram essa evolução em termos de segurança, avaliando positivamente a Microsoft, através de pesquisa com mais de dois mil entrevistados no país.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
parcerias |
 |
 |