| Informativo
Camara-e.net - 08/outubro
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de Comércio Eletrônico com informações semanais
relacionadas a comércio eletrônico e internet.
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Jack London
A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico tem
a responsabilidade de alertar o Governo, o Legislativo
e a opinião pública acerca dos malefícios que
a aprovação do Projeto de Lei Postal (1.491/99)
poderá implicar. No papel de órgão voltado ao
desenvolvimento do comércio eletrônico e da
tecnologia de informação, a Camara-e.net reafirma
sua posição totalmente contrária à regulamentação
proposta pelo Executivo, em particular à volta
do monopólio da Empresa Brasileira de Correios
e Telégrafos extinto pela Constituição de 1988.
A Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico conta
com a adesão e particular empenho de seus sócios-fundadores
para tentar impedir tamanho retrocesso na história
econômica brasileira.
Camara-e.net reforça posição contra
a sugestão de regulamentação.
Parecer do deputado federal (PSDB) Júlio
Semeghini foi lido e publicado.
A inauguração da sede em São Paulo e a reformulação
do portal foram noticiados na imprensa.

Márcio Liberbaum, presidente da Certsign, fala
sobre o novo prazo para implementação do SPB.
O presidente da Certsign, Márcio
Liberbaum, acredita que mais relevante que os
adiamentos ocorridos na implantação do Sistema
de Pagamento Brasileiro - SPB é a possibilidade
de o projeto entrar em funcionamento com os
sistemas operacionais dos principais players
- os bancos - já customizados e compatíveis.
"É claro que é uma frustração o adiamento de
um projeto, ainda mais com o esforço que fizemos
para nos adequar dentro do prazo estipulado",
comenta. O período de transição do SPB, já diversas
vezes adiado, está marcado para abril de 2002.
O executivo destaca que os bancos são bastante
criteriosos na adoção de um produto. "Eles testam
várias vezes, avaliam o nível de segurança e
a operacionalidade, o que é uma garantia para
o consumidor e para o próprio projeto". Liberbaum
acredita que houve uma coincidência temporal
entre SBP, ICP-Brasil e o novo Projeto de Lei
de Comércio Eletrônico do deputado Júlio Semeghini
(4.906/01), que convergem na mesma direção legal
e normativa. "O Brasil vai dar um show de bola
e servir de exemplo para o mercado internacional",
comemora
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