Informativo Camara-e.net - 10/setembro

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Jack London
É com muito orgulho que a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico consolida seu quadro de sócios-fundadores, com cerca de 100 empresas representativas de diversos setores. A cada sócio, um particular e especial agradecimento pela confiança depositada nessa tão importante e, por vezes árdua, iniciativa de fomentar o comércio eletrônico no Brasil, buscando a modernização das relações econômicas, produtividade e competitividade, através do uso aplicado de tecnologia da informação. Nosso próximo, e não menos importante, passo é a afiliação dos sócios mantenedores, para ampliar ainda mais a representatividade e força da nossa entidade.

Banco Central adere à Infra-Estrutura de Chaves Públicas.
Certificadoras do Sistema de Pagamento Brasileiro deverão se submeter à ICP-Brasil.

Reeditada MP 2200-2 que institui a ICP-Brasil
Governo adequa nomenclatura à utilizada pela Comunidade Européia.

Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico consolida quadro de fundadores.
Com cerca de 100 empresas sócias-fundadoras, Camara-e.net abre inscrições para sócios mantenedores

Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico realiza primeira Reunião do Conselho.
No evento, será apresentado balanço das atividades, desde a fundação em 07 de maio.

Quem somos / Sócios fundadores.
Mais de 80 empresas fazem parte do atual quadro de Sócios-Fundadores da Camara-e.net. Junte-se a elas.


 

Murillo de Aragão, presidente da Arko Advice, critica com veemência a Lei Postal
Murillo de Aragão considera o Projeto de Lei Postal anacrônico, burocratizante e intervencionista, além de extrapolar os limites da área postal. Para o consultor, o problema mais grave da nova lei é considerar como postal qualquer objeto transportável. Partindo desse princípio, a lei afetará diversas áreas como transportes, comércio eletrônico, encomenda expressa e logística. "Tudo funcionará debaixo do controle da agência postal. Não faz sentido", questiona Aragão. Para ele, não há a menor necessidade de se criar a agência postal, uma vez que esta deve tratar dos assuntos postais considerando o universo das atividades típicas dos Correios. "É uma perda de tempo e esforço se, no limite, os Correios não serão privatizados e continuarão sendo únicos nas atividades tipicamente postais", conclui.

 


 

 

 

 

 

 

 

 

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