| Informativo
Camara-e.net - 11/novembro
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de Comércio Eletrônico com informações semanais
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A Câmara Brasileira de Comércio
Eletrônico dá inicio esta
semana a um trabalho que vai ficar para a história.
Nossa entidade está liderando um grupo
de trabalho que formulará o documento
e-Brasil: Propostas para um Política
Nacional de Tecnologia da Informação
e Comércio Eletrônico,
a ser entregue, no começo de dezembro,
ao Ministro Pedro Parente e ao coordenador do
Governo de Transição, Antonio
Palocci.
Esta iniciativa, que visa ampliar a discussão
e a percepção quanto à
importância das tecnologias da informação
como ferramental de desenvolvimento, terá
a coordenação de Alberto
Luiz Albertin, professor e coordenador
da Escola de Administração
de Empresas de São Paulo da Fundação
Getulio Vargas (FGV-EAESP), bem como
apoio e participação da Federação
e Centro das Indústrias do Estado de
São Paulo (FIESP/CIESP).
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Camara-e.net
elabora Propostas para o novo governo.
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apóia evento de varejo on-line da FGV.
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indica crescimento no varejo on-line brasileiro.
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bolsa de até 100%.
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como foi o encontro anual da WITSA, maior entidade
internacional de TI.
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e CompTIA iniciam Coalizão pela Livre
Escolha de Software no Brasil.

Esta semana, o Informativo Camara-e.net
entrevista Flavio Franco, profissional
responsável pelo Departamento Jurídico
e de Práticas Comerciais da Compuware
Latin America, onde cuida desde negociações
contratuais com clientes e parceiros, à
aplicação e difusão das
políticas e estratégias corporativas
da empresa no Brasil, México, Panamá,
Chile, Argentina, Uruguai, Colômbia, Equador,
Peru, Venezuela e República Dominicana.
Como o Sr. vê as relações
entre empresas, com foco em TI, e o Poder Público
no Brasil?
Apesar de um inegável avanço
nos últimos anos, percebo claramente
que ainda existe bastante espaço para
uma participação mais efetiva
das empresas do setor de TI (preferencialmente
através das entidades que as representam)
e o Poder Público no país. A enorme
relevância das questões atualmente
em pauta, tais como definição
sobre os tributos incidentes na exploração
econômica do software, certificação
digital, regulamentação do comércio
eletrônico, concorrência e práticas
abusivas, sigilo e proteção de
dados, contratos eletrônicos, dentre tantas
outras, exige que participemos ativamente dessas
discussões e decisões, sob pena
das empresas não conseguirem se adaptar
a uma realidade normativa em muito dissociada
da prática e realidade de seus negócios.
O que o Sr. sugere para aprimorarmos
o dia-a-dia das relações governamentais?
Considerando as atuais problemáticas
e todas as futuras questões decorrentes
da enorme velocidade dos avanços tecnológicos,
entendo que o setor empresarial de TI deveria
estar mais unido e atuar neste campo através
de uma postura mais participativa e vigilante.
Acredito que apenas desta forma é que
conseguiremos maior influência junto aos
poderes públicos e por conseqüência,
preservar nossos legítimos interesses
de mercado, bem como os de nossos consumidores.
Porém, conforme afirmado anteriormente,
já observo um avanço neste sentido
sendo inquestionável o fato que a Camara-e.net,
desde sua constituição, vem desempenhando
importante papel neste processo. Especialmente
no setor de software, não podemos deixar
de lembrar a atuação da ABES -
Associação Brasileira das Empresas
de Software, que vem rendendo importante contribuições
para seus associados.
O Sr. acha que TI será uma das
prioridades do Governo Lula? Por que?
Para que o novo presidente possa implementar
suas propostas de campanha no sentido de promover
a retomada do desenvolvimento econômico
e produtivo de nosso país, estou convencido
que TI deve ser uma das prioridades no governo
que se inicia em 2003. É pacífico
o entendimento que a tecnologia, há muito
tempo, deixou de ser apenas "perfumaria"
se transformando em fator crítico de
sucesso empresarial. Portanto, para que a urgente
retomada do crescimento econômico do Brasil
aconteça de forma efetiva, deve necessariamente
passar pela difusão do uso da TI. Estamos
esperançosos que este seja o caminho
a ser traçado, sem que a ampliação
do e-Gov e da inclusão digital da população
seja esquecida. Nosso pensamento é que
a implantação destas políticas
possa auxiliar o aquecimento do mercado de TI,
gerando um círculo virtuoso em nosso
meio.
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