| Informativo
Camara-e.net - 20/janeiro
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de Comércio Eletrônico com informações semanais
relacionadas a comércio eletrônico e internet.
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Aumentar a capacidade exportadora brasileira
é uma prioridade do Governo Lula e, sem
dúvida, uma das principais bandeiras
da Câmara Brasileira de Comércio
Eletrônico. Nesse sentido, estamos
empenhados em ampliar nossos contatos com entidades
e empresas de outros países, visando
estabelecer parcerias e intensificar o intercâmbio
institucional e comercial em nível internacional.
Estamos organizando, neste começo de
ano, três missões comerciais para
importantes polos de produção
e consumo das tecnologias da informação
(vide notas abaixo): Coréia,
IndiaSoft e CeBIT.
É a Camara-e.net gerando
negócios para seus sócios.
Camara-e.net
anuncia vencedores e bolsa integral para o MBA
em Negócios Digitais.
Camara-e.net
elabora documento para Cúpula Mundial
da Sociedade da Informação.
Camara-e.net
, ITS e Kotra organizam missão comercial
para Coréia em fevereiro.
IndiaSoft
2003 se realizará entre 20 e 22 de fevereiro.
A
Camara-e.net e o Departamento de Comércio
dos EUA organizam uma delegação
brasileira para visitar a CeBIT. Veja como participar.

A
Camara-e.net entrevista, nesta
edição, Horacio Lafer
Piva, que em análises pragmáticas
aborda o cenário político e a
importância da atuação pró-ativa
do setor privado junto aos agentes governamentais.
O presidente da FIESP/CIESP - Federação
e Centro das Indústrias do Estado de
São Paulo, sócio fundador e grande
apoiador de nossa entidade, acredita que a interlocução
com a sociedade e o empresariado organizados
promete ser um dos pontos fortes do Governo
Lula.
O Sr. acredita que aumenta o papel
do setor privado organizado no Governo Lula?
Eu não tenho a menor dúvida de
que a interlocução pode ser um
dos pontos fortes do Governo Lula. A relação
com o setor privado já existe há
algum tempo e foi adensada durante o período
eleitoral. A criação do Conselho
de Desenvolvimento Econômico e Social
e a disposição do Presidente e
seu Ministério de usar os seus contatos
para buscar mecanismos alternativos e originais
de crescimento sustentado farão do setor
privado protagonistas e não mais coadjuvantes.
Qual o papel da Camara-e.net nesse
cenário?
O papel da Camara-e.net prende-se a este contexto.
É uma entidade formada, com apoio de
empresas importantes, focada num tema fundamental,
e que já provou tem espaço na
organização deste novo segmento.
Terá muito à ajudar, não
só na questão do governo eletrônico
mas também junto aos Ministérios
de Desenvolvimento e Ciência e Tecnologia.
Que bandeiras a Fiesp defende quanto
à pesquisa e desenvolvimento tecnológico,
às tecnologias da informação
e aos negócios eletrônicos?
Não haveria espaço aqui para
falar de nossas bandeiras, mas defendemos a
pesquisa e desenvolvimento, além da inovação
tecnológica, criando espaços claros
entre o que deve ser feito pela universidade
e diretamente pelas empresas. Isto não
significa que não haja espaço
de integração, é preciso
entender a especificidade de cada uma delas.
Quanto às tecnologias da informação
e negócios eletrônicos, estamos
falando de produtividade e competitividade,
que, me parece, farão parte da agenda
de prioridades de uma sociedade que se pretende
vitoriosa e integrada ao mundo globalizado.
Indicadores norte-americanos e internacionais
apontam forte reativação da indústria
de TI a partir do segundo semestre. Como acredita
que essas previsões afetaram o mercado
brasileiro?
Eu não tenho dúvida de que se
a reativação acontecer nos países
desenvolvidos ela contaminará positivamente
o Brasil, seja pela via dos investimentos, seja
pela via da oferta de novas tecnologias. A grande
quantidade de empresas multinacionais e a necessidade
de diminuir nossas assimetrias em relação
aos nossos competidores ou parceiros comerciais
farão com que este mercado sempre caminhe
igual ao redor do mundo, nas recessões
e nos crescimentos.
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