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Informativo Camara-e.net -
22/Abril
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de Comércio Eletrônico com informações semanais
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O balanço da missão institucional da
Camara-e.net nos EUA (Miami, Washington DC, Boston,
Seattle e San Francisco/Silicon Valley), de 08 a 19 de
abril, é extremamente positivo. Leia
mais sobre a visita.
O Microsoft Government Leaders Conference, em
Seattle, por exemplo, ofereceu oportunidade ímpar de
interação com representantes dos meios
acadêmico, empresarial e governamental de todo o
mundo.
Destaque para contatos de altíssimo nível com os
demais convidados do Brasil, entre os quais
representantes dos governos Federal, do Paraná,
Santa Catarina, Rio de Janeiro, BNDES e Serpro, entre
outros.
Na Califórnia, onde há várias empresas brasileiras de
tecnologia em atuação, fechamos acordo de cooperação
com o International Business Incubator, de San José,
Silicon Valley, visando criar possibilidades de negócios
para os sócios da Camara-e.net.
Dois importantes projetos que resultarão desta viagem
serão (i) o I Fórum Internacional de Tecnologia da
Informação e Comércio Eletrônico e (ii) a I Missão
Comercial da Camara-e.net aos Estados Unidos, que
acontecerão nos meses de agosto e setembro deste
ano.
Atuar internacionalmente é fundamental para uma
entidade como a Câmara Brasileira de Comércio
Eletrônico.


A entrevista desta semana é com Roberto
Meir, diretor da Editora Padrão e sócio da
Camara-e.net, que participou da comitiva que visitou os
EUA

Qual é a percepção do empresariado norte-americano
em relação ao e-commerce praticado no Brasil?
Pudemos verificar que eles têm uma imagem ótima dos
brasileiros, fazendo um conceito superior àquele que nós
usualmente supomos possuir no exterior. Eles estão
interessados em abrir canais e trocar informações, como
já fazem com a Ìndia.
A única mácula diz respeito à propriedade
intelectual, pois eles alegam que o país não oferece
proteção suficiente para coibir a prática da pirataria.
Por outro lado, o fato do alto preço dos softwares
estimular a aquisição ilegal foi citado por Jeffrey
Sachs, em um encontro em Harvard.
Três países estão na mira dos investidores quanto à
apresentar o maior potencial para e-commerce: Brasil,
China e ìndia. Em seguida, aparecem outras nações como
México e África do Sul. O nosso país tem um bom
diferencial competitivo, que é a rede de
telecomunicações instalada, e um facilitador importante,
a liberdade democrática.
Quais foram os avanços decorrentes da visita aos
EUA?
A maior motivação dos investidores internacionais é a
capacitação eletrônica. O excluído digital é o grande
analfabeto, e o maior foco de interesse está nos
programas de digitalização, seguido pela inclusão
corporativa. Aí reside uma boa oportunidade para o
moderno empresariado nacional: bons projetos, baseados
em estratégias viáveis e avançados tecnológicamente
tendem a entrar nessa linha de crédito.
Os norte-americanos estão ansiosos para conhecer os
novos empreendedores brasileiros, inaugurando uma era de
intersecção comercial que não havia alcançado êxito com
o empresariado tradicional, representado pela FIESP.
A conclusão da visita foi que basta trabalhar de
forma orquestrada, seguindo princípios claros, para
trazer background e informação para o país. Vale atentar
para um campo em específico, que promete um
desenvolvimento espetacular, o da TV Digital.
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