| Informativo
Camara-e.net - 28/outubro
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de Comércio Eletrônico com informações semanais
relacionadas a comércio eletrônico e internet.
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Nas duas primeiras semanas de outubro, o Diretor
Executivo da Camara-e.net,
Cid Torquato, esteve em Genebra, Bruxelas e
Paris, onde visitou os principais organismos
e fóruns internacionais ligados às
tecnologias da informação e ao
comércio eletrônico, como OMC
- Organização Mundial do Comércio,
UNCTAD - United Nations Conference
on Trade and Development, ITU
- International Telecommunication Union, World
Economic Forum, GBDe - Global
Business Dialogue on e-Commerce, Société
d'Information/UE, OECD - Organization
for Economic Co-operation and Development, Radio
France Internationale e ICC
- International Chamber of Commerce.
Entendemos como fundamental para as atividades
da entidade a ampliação das relações
internacionais sobre temas regulatórios
e para o fomento das exportações
brasileiras na área de tecnologia.
Oportunidades de Negócios
A Camara-e.net está
convidando seus Sócios a participar ,
no próximo dia 1 de novembro, em São
Paulo, de Roda de Negócios organizada
pela Kotra - Korea Trade Investment
Promotion Agency (Divisão Comercial do
Consulado Geral da República da Coréia).
O objetivo é estimular negócios
e parcerias entre empresas coreanas brasileiras
e coreanas do setor de tecnologia.
Acreditamos haver grande complementariedade
entre os mercados brasileiro e coreano, razão
pela qual estamos desenvolvendo extenso calendário
de eventos e missões comerciais no Brasil
e na Coréia do Sul.
Diretor-Executivo
da Camara-e.net é convidado para o Comitê
organizador da Telexpo 2003.
Sócios
da Camara-e.net têm desconto para o Latin
América Business Summit.
Veja
os posicionamentos dos principais organismos
de TI do mundo.
Camara-e.net
apóia projeto de Inclusão Digital
lançado no Mato Grosso.

Com a iniciativa de promover a inclusão digital,
várias entidades e órgãos
do Governo lançaram na última
semana o Projeto ComUnidade Brasil. O objetivo
é instalar “telecentros”
em todo o território nacional dentro
de dois anos. O primeiro será no distrito
Federal e deve ser implementado até novembro.
Para falar do projeto, o Informativo On-line
entrevistou Catherine Henry,
diretora da Agência Eletrônica,
única empresa a participar do projeto.
Como funcionará o Projeto ComUnidade
Brasil?
O projeto é o resultado de parcerias
entre governo, terceiro setor e empresas. Sua
operação está a cargo de
um comitê nacional: Comunidade Solidária,
Casa Civil, ministério da Justiça
e gabinete de segurança institucional
da presidência e Agência Eletrônica
(como coordenadora de comunicação
e marketing do projeto). Em cada estado existe
o comitê estadual e cada telecentro é
coordenado pela comunidade local.
Os usuários dos telecentros têm
acesso à Internet gratuita, cursos de
alfabetização digital. Cada comunidade
tem a sua disposição um espaço
no portal para publicação de seu
site, com um sistema já pronto bastando
inserir conteúdo. Um dos objetivos do
projeto é a formação de
uma rede pública de comunicação.
Quem gerenciará as comunidades? Os projetos
de capacitação serão comuns
ou serão priorizadas necessidades especificas
de cada localidade?
Cada telecentro será administrado por
um fórum de pessoas de cada localidade
e claro, cada comunidade o fará da forma
mais conveniente. O Comitê Nacional capacita
esses fóruns em gestão de telecentros
e comunicação e marketing.
Quantas pessoas o ComUnidade Brasil espera atender?
Cada telecentro tem capacidade de atender 100
pessoas por dia.
A Agência Eletrônica é a
única empresa a participar do ComUnidade
Brasil. O que é necessário fazer
para aumentar o envolvimento da iniciativa privada
em projetos de inclusão digital?
Isso é uma questão de cultura
empresarial. Mas atualmente, com os esforços
do Instituto Ethos, o conceito de empresa de
responsabilidade social está se expandindo.
E inclusão digital é assunto de
responsabilidade social. Aliado a isso, o mercado
precisa da universalização de
acesso à Internet para que se desenvolva.
Por enquanto são poucas as empresas conectadas
e poucos os consumidores virtuais. Portanto,
as empresas precisam abraçar esse desafio.
Há planos de estender esse projeto para
outras regiões?
Estamos preparando a implantação
desse projeto no DF e ao redor. A expectativa
é a de cobrir o território nacional
em 2 anos.
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