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Informativo Camara-e.net - 29/Abril
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de Comércio Eletrônico com informações semanais relacionadas
a comércio eletrônico e internet. Caso não queira mais
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Nossa Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico
vem sendo chamada a participar, como representante do
setor privado, dos principais fóruns, nacionais e internacionais,
de concepção de políticas públicas sobre tecnologia
da informação e comércio eletrônico.
As empresas, através da Camara-e.net, têm a
oportunidade de efetivamente liderar o processo de definição
de uma Política Nacional de Tecnologia da Informação
e Comércio Eletrônico, que estimule o desenvolvimento
do mercado e da economia como um todo, além de minimizar
as desigualdades da exclusão digital.
Paralelamente, nossa atuação pró-ativa e propositiva
já está quebrando paradigmas históricos da atuação político-empresarial
no Brasil, trazendo modernidade e relevância ao cenário
institucional em nosso país.
Uma democracia forte se constrói com associações fortes,
atuantes e representativas.
Portanto, participe ativamente da Câmara Brasileira
de Comércio Eletrônico e ajude a definir o presente
e o futuro do comércio eletrônico no Brasil

Bioinformática
é novo mercado a ser explorado
Fenasoft
muda de foco e de endereço
Poupatempos
emitem RG digital
Sun
incentiva inclusão digital no Brasil

A entrevista desta semana é com Murillo Tavares,
diretor geral do site de comércio eletrônico
Submarino
O consumidor mudou desde que o
Submarino vendeu o primeiro livro? É possível
falar em tendências de comportamento?
Sim. Quando nós estreamos, no final de 1999,
o comércio eletrônico no Brasil era incipiente.
Atendíamos 100 pedidos por dia, e o nosso público
era composto basicamente de jovens que já tinham
assimilado a nova tecnologia, técnicos, acadêmicos
e pessoas que haviam vivido no exterior. Os produtos
que tinham apelo eram os livros e, depois, os CDs.
Nos meses seguintes o universo da internet se multiplicou,
abrangendo o público de alto poder aquisitivo
com perfil de consumidor tradicional. A estratégia
adotada pelo Submarino foi a de introduzir mais categorias
de produtos, de valor também crescente, aumentando
nosso ticket médio.
O que é mais importante: foco no produto
ou diversificação de ofertas?
O foco do Submarino é no consumidor, mais do
que no produto. A seleção da oferta é
criteriosa, pois, quanto maior a variedade, mais se
torna difícil a comunicação ao
consumidor. Incorporamos 30 mil usuários novos
por mês, conservando o foco na base de clientes,
que é trabalhada através da análise
de compra, recebendo ofertas selecionadas de acordo
com o seu perfil.
Qual o fator mais relevante para o sucesso da venda
pela internet?
A venda pela internet é um contrato de auto-serviço.
O consumidor não quer interação,
quer satisfação imediata: adquirir o produto
desejado o mais rápido possível tendo
o menor trabalho.
O site é o ponto crítico, pois tem que
atender a esse anseio com transparência, ao mesmo
tempo que esconde a parte trabalhosa do consumidor.
O que esse não visualiza é que para o
objeto que é entregue na sua casa no dia seguinte
ao do pedido há toda uma mão-de-obra e
logística envolvida. Existe um galpão
de estoque para suprir deficiências do mercado,
um sistema de transportes, pessoas que separam, embalam
e conferem os pedidos.
O que acontece na compra pela internet é que
o trabalho do consumidor é realizado por terceiros.
O site tem que oferecer uma navegação
eficiente para que a compra seja concretizada, prevendo
o conceito de auto-serviço e poupando o usuário
da sensação de todo esse trabalho árduo
que é necessário.
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