Informativo Camara-e.net - 29/outubro

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Jack London
A procura por inscrições para Sócio Mantenedor da Camara-e.net surpreendeu as perspectivas mais otimistas nos quinze primeiros dias de captação. O sucesso das adesões é uma prova de reconhecimento do trabalho institucional da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, que em apenas seis meses conquistou representavidade e posição de destaque no cenário nacional. Contamos com seu imprescindível apoio nesta importante etapa de crescimento associativo que temos absoluta convicção impactará de forma enriquecedora no futuro do comércio eletrônico no Brasil.

II Fórum Nacional de Entidades discutiu Campanha de Inclusão Empresarial.
Fiesp elege Camara-e.net porta-voz institucional nos assuntos relativos a comércio eletrônico.

Abertas inscrições para escolha de mediador do Fórum Camara-e.net.
Sócios interessados devem se candidatar enviando e-mail

Camara-e.net fará debate na Terça de Resultados.
Segurança, Privacidade e Cybercrimes serão os temas em discussões.

Camara-e.net apóia Cidade do Conhecimento.
Iniciativa pioneira da USP vai ao encontro aos ideais da entidade.

Projeto de Lei de e-commerce consegue urgência na Câmara dos Deputados.
Deputado Júlio Semeghini (PSDB) obteve assinaturas dos líderes dos partidos.

IDG lança revista Business Standard.
Publicação substitui Industry Standard, que saiu de circulação.

Maristela Basso publica artigo sobre privacidade corporativa.
Advogada discute se a empresa pode ter acesso ao e-mail do empregado.


Daniel Domeneghetti, diretor de estratégia da E-Consulting Corp fala sobre comércio eletrônico e inclusão empresarial.

O diretor de estratégia da E-Consulting Corp, Daniel Domeneghetti, acredita que o momento de se investir em comércio eletrônico no Brasil é agora. "Ainda estamos no baby market, mas é o momento ideal para as empresas conhecerem e aprenderem com seu consumidor on-line", destaca Domeneghetti. O consultor vislumbra que o comércio eletrônico no Brasil será viável comercialmente apenas em 2006, quando estima, existirão cerca de 45 milhões de consumidores virtuais. "Não pessoas que já compraram uma vez pela internet, mas que compram efetivamente", completa. Para Domeneghetti, os principais entraves para o desenvolvimento do comércio eletrônico são os mesmos que inibem o crescimento da indústria brasileira e caracterizam o risco Brasil: falta de infra-estrutura; integração regional ainda precária, dificultando a logística e a entrega de mercadorias; e financiamento caro e escasso. "Nos Estados Unidos, quando a internet chegou, as pessoas tinham linha telefônica, computador e uma logística bem resolvida", compara. Neste contexto, a informatização das empresas nacionais, em especial as pequenas e médias, são essenciais para capilarização da cultura do acesso da tecnologia informação, pois nelas estão a população economicamente ativa, os consumidores em potencial. "O comércio eletrônico só se tornará economicamente viável quando as pessoas passarem a fazer todas as operações do dia-a-dia pela internet", conclui.

 


 


 

 

 

 

 

 

 

 

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