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publicado em 27/09/2016

Vendas online na Black Friday equivalem a sete sextas-feiras comuns, aponta estudo da Cielo

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A Black Friday, data de descontos que entrou no calendário do varejo brasileiro mais fortemente em 2013, mudou o comportamento sazonal das vendas no ano – principalmente para os lojistas de e-commerce. A sexta-feira de descontos já corresponde a sete sextas-feiras comuns em volume de vendas somente no varejo online, considerando o desempenho da data no último ano.

É o que mostra um estudo inédito da Cielo, empresa de tecnologia e serviços para o varejo, sobre o comportamento do varejo e da Black Friday nos últimos cinco anos. A análise foi feita a partir de dados do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).

O estudo mostra ainda que, entre 2012 e 2015, o número de lojas de e-commerce que participaram da Black Friday – ou seja, que tiveram um salto significativo nas suas vendas na data - cresceu 9 vezes.

“A Black Friday mostrou que veio para ficar, a data tem se comportado como um dos últimos grandes picos de compras do ano, substituindo parte do movimento do Natal. Principalmente para o varejista de e-commerce, é a grande oportunidade de bater a meta”, afirma Gabriel Mariotto, gerente de Inteligência da Cielo.

 

E a data promocional também colou no varejo físico: o número de lojas que se beneficiaram da sexta-feira de descontos dobrou para 43 mil no último ano na comparação com 2012. Essas lojas realizaram 3,6 vezes mais vendas em relação a uma sexta-feira comum.

 

Raio X do e-commerce

O estudo revela um crescimento médio de 25% ao ano em receita nominal de vendas para o e-commerce nos últimos cinco anos, contra uma média de 10% ao ano do varejo em geral.

No período, destacaram-se no e-commerce os setores de Varejo Alimentício Especializado, como lojas de bebidas e de chocolates, com crescimento de 43% (sobre 13% no varejo em geral); Drogarias e Farmácias (37% contra 17%); Cosméticos (29% contra 11%) e Turismo e Transporte (28% contra 10%).

Os dados da Cielo também revelam o comportamento de consumo no varejo eletrônico: aqueles que realizaram ao menos uma compra online no primeiro semestre de 2016 tiveram, em média, 25% de seus gastos totais feitos no e-commerce. No período, a frequência de compras neste canal foi de 4,4 vezes, com uma média de gastos online por cliente de R$ 722. Já o ticket médio por compra foi de R$ 164.

O e-commerce já representa 6%do faturamento do varejo. Em alguns segmentos mais consolidados nas vendas por esse canal, como artigos esportivos, essa participação chega a 20%.

 

 

Sobre o ICVA

O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) acompanha mensalmente a evolução do varejo brasileiro de acordo com a sua receita de vendas, com base em um grupo de mais de 20 setores mapeados pela Cielo, de pequenos lojistas a grandes varejistas. O peso de cada setor dentro do resultado geral do indicador é definido pelo seu desempenho no mês.

O ICVA foi desenvolvido pela área de Inteligência da Cielo com base nas vendas realizadas nos mais de 1,8 milhão de pontos de vendas ativos credenciados à companhia. A proposta do Índice é oferecer mensalmente uma fotografia do desempenho do comércio varejista do país a partir de informações reais.

 

Como é calculado

A gerência de Inteligência da Cielo desenvolveu modelos matemáticos e estatísticos que foram aplicados à base da companhia com o objetivo de isolar os efeitos do comportamento competitivo do mercado de credenciamento, como a variação de market share, bem como isolar os efeitos da substituição de cheque e dinheiro no consumo – dessa forma, o indicador não reflete somente a atividade do comércio pelo movimento com cartões, mas, sim, a real dinâmica de consumo no ponto de venda.

Esse índice não é de forma alguma a prévia dos resultados da Cielo, que é impactado por uma série de outras alavancas, tanto de receitas quanto de custos e despesas.

 

Fonte: Empresa Cielo

 

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